sábado, 6 de dezembro de 2008

quando a minha ruindade vai embora ela deixa rastro...espaco vazio para o arrependimento entrar. E lá se foi a minha paz...
mas que a fulaninha me tira do sério, lá isso ela me tira!!


todo mundo tem dor, mas a dor da fulaninha é maior
todo mundo fica doente, mas a fulaninha fica mais doente
e está sempre certa e é sempre boa porque nasceu rica e loira...
e antes que que eu continue destilando o meu veneno, eu dedico à fulaninha uma música que, segundo o que eu li uma vez, Arnaldo Antunes escreveu nesse país onde pobre é sinônimo de estrangeiro e que vem a ser o país da fulaninha

Aqui nessa casa
Ninguém quer a sua
Boa educação
Nos dias que tem comida
Comemos comida com a mão


Aqui nessa tribo
Ninguém quer a sua
Catequização
Falamos a sua língua
Mas não entendemos
O seu sermão
Nós rimos alto
Bebemos
E falamos palavrão
Mas não sorrimos à toa
Não sorrimos à toa


o triste é que às vezes eu acho que tenho mais em comum com a fulaninha do que eu gostaria...

e tomem cuidado com pessoas muito educadas que falem baixinho. Tenho dito.

Um comentário:

Juliana Rossi disse...

Carol, quem é a fulaninha???
será q é uma pergunta muita idiota?